Campos do Jordão – Compras

Chegando à última parte dos posts sobre Campos do Jordão, vou dar algumas dicas de compras na cidade.

Há duas coisas pelas quais a cidade é bem conhecida: as malharias e as chocolaterias.

A cidade conta com boas lojas de roupas locais, embora com nenhuma loja especificamente muito conhecida. Os preços variam: você vai ver lojas de blusinhas de R$20 e de R$200. Uma boa pedida para quem quer encontrar peças baratas é na feirinha de artesanato do Capivari.

Particularmente achei as lojas do Aspen Mall – de onde se tem uma vista linda da praça, diga-se de passagem – bastante interessantes. Não uso couro e estava há meses procurando uma boa bota de material sintético. E encontrei lá!

Não lembro o nome da loja, mas ficava bem no térreo do Aspen Mall. Paguei R$179 e éla é absurdamente confortável, vocês não fazem ideia. Vai até pouco abaixo do meu joelho e é de um material resistente, mas ao mesmo tempo macio, sabem? Sem dúvida uma das melhores compras que fiz nos últimos tempos. Haviam inúmeros modelos na loja, além de sapatilhas lindas, rasteiras e Melissas. Fui super bem atendida e a loja é recomendadíssima.

No Aspen Mall há também uma grande loja de artigos para casa. Não comprei nada lá, mas percebi que é uma boa opção para quem está fazendo enxoval.

Ainda no Aspen, se destacam alguns quiosques de bijuterias lindíssimas. Com certeza vale conferir.

Me apaixonei por esse anel folheado a ouro com sal grosso dentro.

No shopping Boulevard Genève há também algumas lojas de roupas super charmosas, além de uma loja especializada só em meias. Há também lojas de brinquedos e alguns pequenos restaurantes.

Quanto a maquiagem (não dá pra deixar de falar sobre, pois adoro), a única coisa que vi foi um quiosque meia boca do Boticário no Center Suíço – shopping que, aliás, achei meio caído porque simplesmente não tem muita coisa.

Aliás, o conceito de shopping em Campos do Jordão é o seguinte: são na verdade galerias não muito extensas, com dois andares no máximo. Os principais mesmo – e os que considero mais bonitos – são o Aspen Mall e o Boulevard Genève. E o que é mais comum se encontrar são as roupas de frio.

No Capivari, também recomendo uma olhada em duas lojas de bijuterias simplesmente maravilhosas: a Maggiori e a Quorum. Há acessórios lindos nas mais variadas faixas de preços. Comprei vários presentes nessas lojas.

Os chocolates em Campos do Jordão são caros, mas acho que vale a visita em algumas das chocolaterias. As mais conhecidas são a Araucária e a Toco. Se a grana estiver curta, dá para simplesmente apreciar um bom chocolate quente nas lojas ou trazer alguma lembrancinha mais  em conta, como as caixinhas pequenas de chocolate ou os vidros com balas sortidas. Pra pontuar, a Toco tem uns sorvetes super gostosos.

E assim termino meus posts sobre essa viagem maravilhosa que fiz. Espero que tenham gostado e em breve voltarei com resenhas de alguns produtos que usei.

 

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Campos do Jordão – Gastronomia

Primeiramente, muitas desculpas pela demora em soltar esse segundo post, pois o mês de outubro foi muuuuito agitado para mim. Mas agora no feriado já estou agendando alguns posts, e acredito que o blog vai andar mais um pouquinho.

Sendo vegetariana, é meio óbvio dizer que este post vai focar nas opções vegetarianas para se alimentar em Campos do Jordão. Mas como todos os restaurantes citados não são, por excelência, vegetarianos, acredito que todo mundo vai poder tirar algum proveito dessas dicas.

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No nosso primeiro dia lá, jantamos no Restaurante Safari. Esse restaurante fica extremamente bem localizado, no coração do Capivari, e possui excelentes opções para vegetarianos. Dentre os pratos que comemos lá, há o fondue de queijo (que vem acompanhado de pães e cogumelos), fondue de Nutella (extremamente farto e vem com muuuitas frutas!), porções de shitake e bruschettas deliciosas. Mas uma das coisas que me surpreenderam nesse restaurante é que tem hamburguer de soja! E vem numa porção enorme, extremamente farta, e acompanhado de batatas fritas. Você pode escolher até dois acompanhamentos para vir dentro do sanduíche, e eu pedi cebolas no shoyu e shitake, o que se revelou uma ótima opção. Provamos as sopas lá e também são boas. À noite costuma ter shows ao vivo de classic rock, hard rock e blues, o que torna o lugar muito agradável.

Bruschettas de shitake

 

Hamburguer vegetariano do Restaurante Safari. Excelente.

 

Não é restaurante mais barato do mundo, mas há várias opções e uma carta de cervejas e vinhos bastante variada.

No outro dia, almoçamos no Villa di Phoenix. É bem localizado também, mas não sei se seria a melhor escolha para vegetarianos pois as opções se restringem a algumas poucas massas. O preço também não é muito em conta.

 

Primavera di Pasta, um dos poucos pratos vegetarianos do Villa di Phoenix.

 

Outro restaurante bacana que conhecemos foi o Gato Gordo. Esse restaurante tem uma decoração extremamente divertida e descolada, e sua especialidade são as pizzas e os pratos à base de berinjela. No dia em que fomos, havia um show de rock na parte externa do restaurante.

Parte de trás do cardápio de bebidas do Gato Gordo. Achei um barato.

 

Fatias de berinjela assadas com queijo, e arroz.

 

Na véspera de ir embora, fomos à Mercearia Campos. Lugar super agradável e tem um banheiro lindo hihi. Também não possui muuuuitas opções vegetarianas, mas dá para se virar bem com os fondues, massas e sopas.

Sopa de aspargos da Mercearia Campos, e porção de shitakes.

 

No dia seguinte, antes de ir embora, fomos almoçar no japonês Niji. Posso dizer que recomendo bastante esse restaurante por vários motivos: várias opções vegetarianas, preço em conta e atendimento super atencioso. Lá eu pedi kappamaki, arroz gohan e porção de cogumelos, tudo fresco e gostoso. Há também missoshiru, tempura e yakisoba.

Arroz gohan do restaurante Niji.

 

Porção de cogumelos.

 

Teve um dia também em que jantamos no restaurante Barito Gourmet. Preciso ressaltar uma coisa super legal desse restaurante: no cardápio há pequenas figurinhas ao lado dos pratos, à guisa de legenda, sinalizando o que é vegetariano, o que é livre de lactose e o que é sem glúten. Sobem muito no meu conceito os restaurantes que fazem isso; portanto, se você for vegetariano, vegano, intolerante a lactose ou celíaco, com certeza achará algo para comer no Barito. 🙂

Risoto de cogumelos do Barito Gourmet

 

Fiz também um lanche na tradicionalíssima cervejaria Baden Baden. Acho que é dispensável falar da ótima carta de cervejas do local. As opções vegetarianas não são muitas, mas até que a batata frita deles é das melhores que já comi.

Algumas considerações importantes quando o assunto é comida em Campos do Jordão:

  • Definitivamente não é uma cidade barata para se comer;
  • Em relação a fast-food, só vi um único Bob’s e que ficava fechado a maior parte do tempo;
  • Sim, cogumelos são onipresentes no cardápio da maioria dos restaurantes;
  • A cidade é conhecida pelos seus chocolates, mas não se empolguem muito: no geral são bem caros. Aconselho tomar um bom copo de chocolate quente numa das várias chocolaterias da cidade e comprar algumas caixas pequenas para dar de lembrança; mais do que isso e você fatalmente irá à falência;
  • Há várias opções para ovolactovegetarianos, mas as opções veganas são bem restritas. Se você for ficar em chalé ou alugar apartamento, vale fazer as compras nos supermercados da cidade, até porque viver só de salada e batata frita não dá (se bem que eu tenho a ligeira impressão de que o hamburguer do Safari é vegano, sim).

Espero que essas dicas possam ter sido úteis para alguém. No próximo post, falarei de alguns lugares bacanas para se fazer compras por lá.

 

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Minha viagem: Campos do Jordão – passeios

Pessoal, quando pensei no meu post para falar das coisas legais que vi em Campos do Jordão, percebi que ia ficar um post enorme. Decidi então dividir em três partes: 1. passeios, 2. gastronomia, 3. compras.

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De São Paulo a Campos do Jordão são três horas de viagem. É uma viagem gostosa porque quase todo o percurso é pela Serra da Mantiqueira; é muito bonito o que se vê pela janela. 🙂

Ficamos hospedados na Pousada do Conde. Escolhemos a pousada totalmente no escuro, mas se revelou uma ótima escolha: a pousada é super fofa, fica próxima do Centro, o quarto possui bastante conforto apesar de pequeno e lá tomamos o melhor (eu disse o melhor) café da manhã das nossas vidas. Recomendo fortemente a quem for visitar a cidade.

O Centro da Cidade lá é chamado de Capivari. Nesse bairro há algumas praças e a maior parte do comércio e restaurantes também – falarei mais disso nos outros posts. No Capivari você também encontra um passeio imperdível para quem não tem medo de altura: o teleférico que sobe o Morro do Elefante. Por R$10 você faz a ida e a volta, e o visual que se tem tanto no percurso quanto lá em cima é de tirar o fôlego.

 

Vista da cadeirinha do teleférico.

 

Não muito longe dali, há a Estação Emílio Ribas. Fizemos o passeio turístico de trem que dá uma volta em alguns bairros da cidade, e pela janela é possível admirar algumas paisagens bem bonitas. É muito gostoso e há saídas de hora em hora.

Há um outro tipo de passeio turístico que sai do Capivari, só que feito por uma espécie de ônibus. Paga-se R$10 e o veículo dá a volta por alguns bairros um pouco mais afastados, passando também pela cachoeira artificial Ducha de Prata.

Tiramos um dia para conhecer o Borboletário Flores que Voam. Sério gente, é um passeio mágico. A instituição é mantida só por doações e a venda de ingressos ($25). Ao chegar, você assiste a um vídeo que fala um pouco das borboletas, seu ciclo de vida e tudo mais. Depois disso, é feita a visita ao viveiro e é aí que a mágica acontece. O viveiro é um espaço fechado (para o caso das borboletas criadas ali não fugirem) e é um jardim belíssimo com um caminho no meio para as pessoas passarem. As borboletas literalmente voam à sua volta, pousam em você. É uma experiência sem dúvida inesquecível.

Sim, é possível fotografar lá 😀

 

Ali perto, outra coisa que não dá para deixar de fazer: a visita ao Horto Florestal da cidade. O lugar é gigaaaante, tanto que nem conseguimos ver tudo. Das coisas que fizemos, algo que nem imaginei que faria um dia: arvorismo e tirolesa. Pagamos R$30 e tivemos acesso a orientações a ao material de segurança. Você fica a cerca de 60 metros do chão e há duas descidas de tirolesa, é muito divertido!

Ali também fizemos um passeio de trenzinho que passa só por parte do Horto, mas há um guia que dá explicações bem interessantes sobre o lugar e a vegetação.

Um conselho: o restaurante do Horto tem um atendimento péssimo e poucas opções. Recomendo de verdade comer em outro lugar. Mas há lá dentro uma lojinha que vende compotas e chocolates que é bem legal.

 

Um dos riachinhos do Horto.

 

Para quem aprecia belos jardins, o Parque Amantikir é um passeio e tanto. Há inúmeros jardins temáticos para contemplar e tirar belas fotos e há, inclusive, dois labirintos bem legais! Por ficar em uma região alta da cidade, há trechos do parque  de onde se pode ter uma bela vista.

Detalhe de um dos jardins.

 

Nesse mesmo dia visitamos também o Mosteiro das Monjas Beneditinas, que é bem bonito mas não tem assim muuuita coisa para ver. Mas por ficar relativamente perto do Amantikir, pode valer a visita.

Visitamos o Palácio da Boa Vista, que vem a ser uma das residências de férias dos governadores do Estado de São Paulo. É uma construção linda de morrer, mas o legal mesmo está dentro dela: móveis incríveis e pinturas de artistas como Di Cavalcanti, Portinari e Tarsila do Amaral. Há visita guiada gratuitamente. Só tirei fotos do lado de fora porque não é permitido fotografar lá dentro.

 

No último dia, fomos ao ponto mais alto do Estado de São Paulo: o Pico do Itapeva. Dizem que de lá de cima é possível avistar 17 cidades. Infelizmente fazia muito tempo que não chovia e a visibilidade não estava tão boa por causa da sujeira e da poluição, mas ainda assim é uma vista legal para se apreciar. Lá no alto há várias lojinhas com souvenires baratos.

Por ficar em uma região alta, Campos do Jordão possui invernos particularmente frios. No mês de setembro, quando fomos, a temperatura ficava em cerca de 23º à tarde, mas caía para 9º quando íamos jantar – há vários relógios termômetros nas ruas. Soube que há alguns dias fez 2º graus lá. Na alta temporada, cujo ápice é em julho, ocorre o Festival de Inverno e a cidade fica lotada. Tenho muita vontade de ir nessa época.

A arquitetura é em estilo suíço e particularmente acho lindíssima. Outra coisa que chama a atenção na cidade é que ela é extremamente florida. Há flores pra qualquer lugar que você olhe.

Espero que tenham gostado das dicas. No próximo post vou falar dos restaurantes que conheci na cidade e dar dicas para vegetarianos se virarem bem lá.

 

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Um pouco das minhas férias

Primeiro peço desculpas pelo sumiço. Após a viagem resolvi tirar uns dias só pra descansar em casa e arrumar as coisas, depois tive ao retorno ao trabalho, adoeci, tive prova no curso. Mas agora espero ter um tempinho para voltar a atualizar este espaço. ^^

Como muitos sabem, em setembro tirei férias e passei alguns dias entre as cidades de São Paulo e Campos do Jordão, no interior. Achei que seria interessante fazer posts contando sobre o que vi e mais gostei nesses lugares.

No post de hoje, falo dos lugares que visitei em São Paulo.

Ia muito à cidade quando pequena, pois um dos irmãos do meu pai (tanto meu pai quanto meu tio já são falecidos) vivia lá. A partir de 2008, quando comecei a ir anualmente ao Anime Friends, também fazia visitas breves à cidade, mas tudo sempre corrido e se limitando a hotel – Liberdade – evento. Este ano, eu e meu noivo decidimos tirar alguns dias para ver algumas coisas com mais calma.

Ficamos hospedados no Hotel Lux. Apesar do nome, o hotel é bem simples e com um bom custo-benefício. Fica no centro da cidade, bem perto da Praça da República e do metrô homônimo. Nosso quarto não tinha muitas firulas: uma cama confortável, armário, penteadeira – que foi usada para apoiar o notebook -, banheiro, minigeladeira e uma TV de 14 polegadas. O café da manhã não tem muitas opções, mas quebra o galho. Recomendo para quem quer uma opção de hospedagem simples e barata numa região que possui bastante oferta de condução – além do metrô, há bastante ônibus também.

Depois de deixar as coisas no hotel, fomos passear na Liberdade. Tinha ouvido muito falar do restaurante Yamaga (Rua Tomás Gonzaga, 66) e fomos para lá. A decoração é muito bonita, mas não achei muuuuito barato. Destaque para os temakis diferentes que comi.

De lá, resolvi passear com calma no SoGo Plaza, tradicional shopping do bairro. Eu e meu noivo compramos algumas camisetas de anime na loja AT Sigma (estava procurando há séculos uma camiseta do Afrodite de Peixes, e achei lá!) e arrematei algumas bijuterias baratas em outras lojinhas.

Fizemos uma parada também para tomar uns sucos diferentes e o tradicional picolé Melona, que aqui no Rio de Janeiro é super difícil de achar.

Jantamos no conhecido Mussasshi Yakisobateria. O ambiente é descolado e não é careiro.

No domingo, visitamos a estação de trem da Luz, que é extremamente bonita, com sua arquitetura peculiar. Neste dia estava havendo nas ruas em torno uma exposição de carros antigos, e estava bastante cheio. Atravessando à rua, você chega ao Parque da Luz que é extremamente bonito, com belos jardins, lagos e esculturas. E em torno há duas atrações que julguei simplesmente imperdíveis: a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu da Língua Portuguesa. Na Pinacoteca a gente tem a chance de admirar obras de pintura, gravura e escultura de artistas brasileiros e estrangeiros. Há inclusive uma área com esculturas que podem ser tocadas, reservadas especialmente para cegos. O Museu da Língua Portuguesa foi a grande surpresa do dia. Há uma exposição permanente e interativa na qual você pode conhecer um pouco da história do nosso idioma através de recursos multimídia. É muito divertido e viciante, e talvez eu precisasse de mais tempo para ver tudo. O ingresso também dá direito a assistir um filme de 30 minutos e a uma sessão em que algumas poesias são passadas num projetor em todas as paredes do recinto, sendo as mesmas recitadas por vozes famosas. É uma experiência mágica e ao mesmo tempo lúdica, que recomendo a todos.

O Museu fechava às 18:00 e constatamos que ainda havia algum tempo do dia a aproveitar. Eu queria muito ir ao Shopping Bourbon só por causa da loja oficial da Hello Kitty, a Sanrio Smiles, que fica lá. O shopping em si é interessante, mas tirando a loja não tem nada de muito diferente. Bom, quanto à loja… basicamente faria qualquer fã da Hello Kitty surtar. Tem bonecas, material de papelaria, bijuterias, relógios, bolsas e comida (sim, há um pequeno café anexo à loja) da gatinha mais amada do Japão. Levei algumas bijuterias, uma lapiseira e um doce; na verdade fiquei de olho mesmo foi nas bolsas, mas achei um pouco caras demais. Mesmo assim, pra quem gosta, super vale a visita. Pra chegar a esse shopping deve-se descer na estação de metrô ou trem da Barra Funda; nós de lá fomos a pé, mas anda-se demais, acho mais jogo pegar um táxi. Fica próximo ao estádio do Palmeiras.

Algumas das zilhões de bonecas da loja.

No dia seguinte, fomos à Galeria do Rock. Sério, não me canso deste lugar; tem uma atmosfera que muito me agrada. Desta vez, comprei uma blusinha e muuuuitas bijuterias lá. Na Galeria há também duas lojas com camisetas e cosméticos voltadas especialmente ao público vegetariano. As lojas que mais recomendo são: Glam Haters, Scary Bats, Profecias, Arte Vegan e Vegan Pride.

Almoçamos em um restaurante vegetariano bom e barato ali perto, o Apfel, e de lá seguimos para a conhecida Rua 25 de Março. Bom, essa rua é basicamente um inferno. Muita gente, muito vendedor chato abordando, gritando. Só acho interessante pra quem quer comprar bijuterias e artigos para o lar a um preço realmente bom e tem preguiça de ficar procurando, pois há inúmeras lojas do gênero lá. Só recomendo ir com um bom par de sapatos e paciência. Ah, a estação de metrô mais próxima é a São Bento.

Nesse mesmo dia fomos ao Shopping Pátio Paulista (perto do metrô Vergueiro), pois eu queria muito fazer compras na tão falada recém-lançada marca de maquiagem Quem Disse, Berenice? O shopping é bonitinho mas também nada de mais, mas a loja de maquiagem é amor. A marca é dos mesmos donos da O Boticário e tem um conceito de deixar a cliente livre pra experimentar o que quiser sem vendedor pentelhando atrás, conta com uma variedade absurda de cores e preço em conta. E é isso mesmo! Tem provador de tudo, e gente, são zilhões de cores de base, de blush, de sombra, de batom, é pra enlouquecer. Ao lado de cada provador há algodão e demaquilante pra tirar a lambança que fica no dorso da mão. As vendedoras não perturbam, mas ficam a postos pra tirar as dúvidas. A loja é linda, os produtos são lindos, dá vontade de sair pegando tudo. Comprei até mais do que pretendia, mas eles parcelam em várias vezes no cartão. #ficaadica

Outro dia, e fomos ao Shopping Iguatemi do bairro Pinheiros. Esse shopping é lin-do, super charmoso, mas claramente voltado à classe AAA, tendo em vista a grande quantidade de grifes internacionais. Eu tinha muita vontade de ter algumas bijuterias da grife inglesa Accessorize e comprei algumas coisinhas lá – não gastei nem R$80, mas teria gasto muito mais se tivesse pois também é daquelas lojas do tipo vontade-de-levar-tudo. Dali fomos andando ao Shopping Eldorado, que já é mais acessível e bem bonitinho também. Comprei alguns presentes e tomei um delicioso chai afundada num dos pufes da Starbucks.

Dali pegamos um táxi rumo à Pizzaria Marie Thérèse, no bairro vizinho de Vila Madalena. Só o que posso dizer é: recomendo MUITO essa pizzaria! O ambiente tem a decoração mais linda do mundo, o atendimento é atencioso e prestativo e, o que me fez querer ir até lá: há várias opções de pizzas veganas, que se mostraram deliciosas. Pedimos duas meio a meio para poder experimentar quatro sabores. Pode parecer exagero eu falar que uma simples ida à uma pizzaria foi uma experiência super especial, mas foi mesmo. Com toda a certeza retornarei lá quando voltar a São Paulo.

Eu na Pizzaria Marie Thérèse. Obs.: os tijolinhos do fundo são pintados!

No dia seguinte, para encerrar nossos passeios à capital paulistana, fomos ao MASP. Visitamos a belíssima exposição do Caravaggio e as demais exposições que ficam lá permanentemente. É outro programa que não dá pra deixar de fazer na cidade quer você goste de arte ou não, pois acho simplesmente impossível não se encantar com o que se vê lá.

Ali perto, resolvemos almoçar no restaurante indiano Gopala Madhava. Ambiente fofo, comida gostosa, leve e barata.

Nós queríamos depois disso ter seguido para o Ibirapuera, mas constatamos que não iria dar tempo. Fomos, então, à Rua Oscar Freire, que dava para ir a pé de lá. Para quem não sabe, a Oscar Freire é a rua mais chique de São Paulo, tomada praticamente só por grifes. É muito legal para ficar olhando as vitrines e tal, mas comprar lá ainda está um pouco distante da minha realidade. :p

 Lanchamos na Temakeria e Cia., que por acaso nem é tão cara.

À noite, pedimos lanches do Vegan Burguer para entregar no hotel. Sério cara, que delícia de lanches! Me deu até tristeza pelo fato de não ter algo assim no Rio de Janeiro. 🙁

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Basicamente foi isso. No dia seguinte, rumamos à lindíssima cidade de Campos do Jordão, da qual falarei em outro post – e tem muita coisa para falar de lá; tanto que acho que terei que dividir em dois!

Espero que tenham gostado e até o próximo post. =***

 

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