Lenços demaquilantes Quem Disse, Berenice?

Olá!

Hoje venho falar de mais um produto que havia comprado em São Paulo e testei faz algum tempo: os lenços demaquilantes da Quem Disse, Berenice?

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Eu realmente preciso pegar o hábito de mostrar esse tipo de produto em ação e não só a foto da embalagem ¬¬; mas enfim, posso dizer que gostei bastante desses lenços. Têm um cheiro meio adocicado parecido com os da Natura dos quais falei aqui, mas um pouco mais suave. Também são bastante eficazes para remover a maquiagem e pelo menos em mim não arderam ou deram alergia.

Comprei-os na loja do shopping Pátio Paulista e não lembro quanto custaram, mas foi barato. Comprarei novamente quando for a São Paulo.

 

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Um pouco das minhas férias

Primeiro peço desculpas pelo sumiço. Após a viagem resolvi tirar uns dias só pra descansar em casa e arrumar as coisas, depois tive ao retorno ao trabalho, adoeci, tive prova no curso. Mas agora espero ter um tempinho para voltar a atualizar este espaço. ^^

Como muitos sabem, em setembro tirei férias e passei alguns dias entre as cidades de São Paulo e Campos do Jordão, no interior. Achei que seria interessante fazer posts contando sobre o que vi e mais gostei nesses lugares.

No post de hoje, falo dos lugares que visitei em São Paulo.

Ia muito à cidade quando pequena, pois um dos irmãos do meu pai (tanto meu pai quanto meu tio já são falecidos) vivia lá. A partir de 2008, quando comecei a ir anualmente ao Anime Friends, também fazia visitas breves à cidade, mas tudo sempre corrido e se limitando a hotel – Liberdade – evento. Este ano, eu e meu noivo decidimos tirar alguns dias para ver algumas coisas com mais calma.

Ficamos hospedados no Hotel Lux. Apesar do nome, o hotel é bem simples e com um bom custo-benefício. Fica no centro da cidade, bem perto da Praça da República e do metrô homônimo. Nosso quarto não tinha muitas firulas: uma cama confortável, armário, penteadeira – que foi usada para apoiar o notebook -, banheiro, minigeladeira e uma TV de 14 polegadas. O café da manhã não tem muitas opções, mas quebra o galho. Recomendo para quem quer uma opção de hospedagem simples e barata numa região que possui bastante oferta de condução – além do metrô, há bastante ônibus também.

Depois de deixar as coisas no hotel, fomos passear na Liberdade. Tinha ouvido muito falar do restaurante Yamaga (Rua Tomás Gonzaga, 66) e fomos para lá. A decoração é muito bonita, mas não achei muuuuito barato. Destaque para os temakis diferentes que comi.

De lá, resolvi passear com calma no SoGo Plaza, tradicional shopping do bairro. Eu e meu noivo compramos algumas camisetas de anime na loja AT Sigma (estava procurando há séculos uma camiseta do Afrodite de Peixes, e achei lá!) e arrematei algumas bijuterias baratas em outras lojinhas.

Fizemos uma parada também para tomar uns sucos diferentes e o tradicional picolé Melona, que aqui no Rio de Janeiro é super difícil de achar.

Jantamos no conhecido Mussasshi Yakisobateria. O ambiente é descolado e não é careiro.

No domingo, visitamos a estação de trem da Luz, que é extremamente bonita, com sua arquitetura peculiar. Neste dia estava havendo nas ruas em torno uma exposição de carros antigos, e estava bastante cheio. Atravessando à rua, você chega ao Parque da Luz que é extremamente bonito, com belos jardins, lagos e esculturas. E em torno há duas atrações que julguei simplesmente imperdíveis: a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu da Língua Portuguesa. Na Pinacoteca a gente tem a chance de admirar obras de pintura, gravura e escultura de artistas brasileiros e estrangeiros. Há inclusive uma área com esculturas que podem ser tocadas, reservadas especialmente para cegos. O Museu da Língua Portuguesa foi a grande surpresa do dia. Há uma exposição permanente e interativa na qual você pode conhecer um pouco da história do nosso idioma através de recursos multimídia. É muito divertido e viciante, e talvez eu precisasse de mais tempo para ver tudo. O ingresso também dá direito a assistir um filme de 30 minutos e a uma sessão em que algumas poesias são passadas num projetor em todas as paredes do recinto, sendo as mesmas recitadas por vozes famosas. É uma experiência mágica e ao mesmo tempo lúdica, que recomendo a todos.

O Museu fechava às 18:00 e constatamos que ainda havia algum tempo do dia a aproveitar. Eu queria muito ir ao Shopping Bourbon só por causa da loja oficial da Hello Kitty, a Sanrio Smiles, que fica lá. O shopping em si é interessante, mas tirando a loja não tem nada de muito diferente. Bom, quanto à loja… basicamente faria qualquer fã da Hello Kitty surtar. Tem bonecas, material de papelaria, bijuterias, relógios, bolsas e comida (sim, há um pequeno café anexo à loja) da gatinha mais amada do Japão. Levei algumas bijuterias, uma lapiseira e um doce; na verdade fiquei de olho mesmo foi nas bolsas, mas achei um pouco caras demais. Mesmo assim, pra quem gosta, super vale a visita. Pra chegar a esse shopping deve-se descer na estação de metrô ou trem da Barra Funda; nós de lá fomos a pé, mas anda-se demais, acho mais jogo pegar um táxi. Fica próximo ao estádio do Palmeiras.

Algumas das zilhões de bonecas da loja.

No dia seguinte, fomos à Galeria do Rock. Sério, não me canso deste lugar; tem uma atmosfera que muito me agrada. Desta vez, comprei uma blusinha e muuuuitas bijuterias lá. Na Galeria há também duas lojas com camisetas e cosméticos voltadas especialmente ao público vegetariano. As lojas que mais recomendo são: Glam Haters, Scary Bats, Profecias, Arte Vegan e Vegan Pride.

Almoçamos em um restaurante vegetariano bom e barato ali perto, o Apfel, e de lá seguimos para a conhecida Rua 25 de Março. Bom, essa rua é basicamente um inferno. Muita gente, muito vendedor chato abordando, gritando. Só acho interessante pra quem quer comprar bijuterias e artigos para o lar a um preço realmente bom e tem preguiça de ficar procurando, pois há inúmeras lojas do gênero lá. Só recomendo ir com um bom par de sapatos e paciência. Ah, a estação de metrô mais próxima é a São Bento.

Nesse mesmo dia fomos ao Shopping Pátio Paulista (perto do metrô Vergueiro), pois eu queria muito fazer compras na tão falada recém-lançada marca de maquiagem Quem Disse, Berenice? O shopping é bonitinho mas também nada de mais, mas a loja de maquiagem é amor. A marca é dos mesmos donos da O Boticário e tem um conceito de deixar a cliente livre pra experimentar o que quiser sem vendedor pentelhando atrás, conta com uma variedade absurda de cores e preço em conta. E é isso mesmo! Tem provador de tudo, e gente, são zilhões de cores de base, de blush, de sombra, de batom, é pra enlouquecer. Ao lado de cada provador há algodão e demaquilante pra tirar a lambança que fica no dorso da mão. As vendedoras não perturbam, mas ficam a postos pra tirar as dúvidas. A loja é linda, os produtos são lindos, dá vontade de sair pegando tudo. Comprei até mais do que pretendia, mas eles parcelam em várias vezes no cartão. #ficaadica

Outro dia, e fomos ao Shopping Iguatemi do bairro Pinheiros. Esse shopping é lin-do, super charmoso, mas claramente voltado à classe AAA, tendo em vista a grande quantidade de grifes internacionais. Eu tinha muita vontade de ter algumas bijuterias da grife inglesa Accessorize e comprei algumas coisinhas lá – não gastei nem R$80, mas teria gasto muito mais se tivesse pois também é daquelas lojas do tipo vontade-de-levar-tudo. Dali fomos andando ao Shopping Eldorado, que já é mais acessível e bem bonitinho também. Comprei alguns presentes e tomei um delicioso chai afundada num dos pufes da Starbucks.

Dali pegamos um táxi rumo à Pizzaria Marie Thérèse, no bairro vizinho de Vila Madalena. Só o que posso dizer é: recomendo MUITO essa pizzaria! O ambiente tem a decoração mais linda do mundo, o atendimento é atencioso e prestativo e, o que me fez querer ir até lá: há várias opções de pizzas veganas, que se mostraram deliciosas. Pedimos duas meio a meio para poder experimentar quatro sabores. Pode parecer exagero eu falar que uma simples ida à uma pizzaria foi uma experiência super especial, mas foi mesmo. Com toda a certeza retornarei lá quando voltar a São Paulo.

Eu na Pizzaria Marie Thérèse. Obs.: os tijolinhos do fundo são pintados!

No dia seguinte, para encerrar nossos passeios à capital paulistana, fomos ao MASP. Visitamos a belíssima exposição do Caravaggio e as demais exposições que ficam lá permanentemente. É outro programa que não dá pra deixar de fazer na cidade quer você goste de arte ou não, pois acho simplesmente impossível não se encantar com o que se vê lá.

Ali perto, resolvemos almoçar no restaurante indiano Gopala Madhava. Ambiente fofo, comida gostosa, leve e barata.

Nós queríamos depois disso ter seguido para o Ibirapuera, mas constatamos que não iria dar tempo. Fomos, então, à Rua Oscar Freire, que dava para ir a pé de lá. Para quem não sabe, a Oscar Freire é a rua mais chique de São Paulo, tomada praticamente só por grifes. É muito legal para ficar olhando as vitrines e tal, mas comprar lá ainda está um pouco distante da minha realidade. :p

 Lanchamos na Temakeria e Cia., que por acaso nem é tão cara.

À noite, pedimos lanches do Vegan Burguer para entregar no hotel. Sério cara, que delícia de lanches! Me deu até tristeza pelo fato de não ter algo assim no Rio de Janeiro. 🙁

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Basicamente foi isso. No dia seguinte, rumamos à lindíssima cidade de Campos do Jordão, da qual falarei em outro post – e tem muita coisa para falar de lá; tanto que acho que terei que dividir em dois!

Espero que tenham gostado e até o próximo post. =***

 

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